Harness Engineering
Aprenda a construir o harness de um agente, ou seja, a infraestrutura que define quais dados ele enxerga, quais ferramentas pode usar, como mantém memória, como executa tarefas e por onde uma pessoa ou equipe interage com ele.
Curso completo
R$ 1.797
10x de R$ 179,70 sem juros
- Curso completo, com skills e materiais
- Acesso vitalício
- Garantia de 7 dias
Este curso também faz parte da Trilha do Engenheiro de IA: 3 cursos por R$ 3.497.
Ver a TrilhaPor que este curso existe
Um modelo sozinho recebe contexto e devolve uma resposta. Para que ele funcione como agente dentro de um projeto real, alguém precisa decidir o que ele pode ver, quais ferramentas pode chamar, onde pode escrever, como preserva memória, quais limites precisa respeitar e como o resultado será verificado.
O harness é essa infraestrutura em volta do modelo. É ali que uma ideia abstrata de agente começa a virar um sistema capaz de trabalhar com dados, documentos, comandos, APIs e regras de um contexto específico, seja para uso pessoal, para um time ou para uma empresa.
Harness Engineering existe para estudar essa camada como projeto de engenharia: quais peças entram no harness, como elas se conectam, que decisões mudam o comportamento do agente e como avaliar se a infraestrutura ao redor do modelo está ajudando ou atrapalhando.
O que você vai aprender
- 01
Entender a anatomia de um harness: instruções, contexto, ferramentas, MCPs, skills, memória, permissões, execução e verificação.
- 02
Separar o que vem do modelo do que precisa ser construído ao redor dele para que um agente funcione dentro de um contexto real.
- 03
Desenhar um harness a partir do trabalho que o agente precisa realizar: quais dados ele acessa, quais ferramentas chama, onde pode escrever, que limites respeita e como entrega resultado para quem usa.
- 04
Construir, na prática, uma primeira versão do seu próprio harness, seja usando um SDK, adaptando uma infraestrutura existente ou partindo de uma implementação mais minimalista.
- 05
Avaliar e melhorar o harness depois que o agente começa a rodar, ajustando ferramentas, contexto, memória, permissões e formas de verificação quando o comportamento não está bom.
Pra quem é este curso
- Para quem quer construir agentes dentro de contextos reais, com acesso a dados, documentos, ferramentas e permissões controladas.
- Para desenvolvedores que já usam Claude Code, Codex, Cursor, OpenCode ou outros agentes, mas querem entender melhor a infraestrutura que faz esse tipo de ferramenta funcionar.
- Para quem precisa criar agentes internos para um time, uma empresa ou um produto, conectando o modelo a APIs, arquivos, bancos de dados, documentação e regras próprias.
- Para quem quer adaptar um harness existente, usar SDKs ou construir uma versão mais minimalista para um caso de uso específico.
- Para quem já estudou os fundamentos da Engenharia de IA e quer avançar para a construção prática de agentes.
Conteúdo do curso
29 aulas em 8 módulos
Módulo 1 · Entendendo o harness como sistema
Por que um modelo não é um agente
33:35
A anatomia de um harness
36:01
Pi: um harness minimalista
40:30
Módulo 2 · Como um agente opera: modelo, ferramentas e loop
Entendendo o agent loop
22:27
Construindo um agent loop do zero
34:40
Módulo 3 · Ferramentas, capacidades e integrações
File system e shell como base da operação
Em breve
Operando software com CLIs, APIs, navegadores e computer use
Em breve
MCP como camada de integração do agente
Em breve
Skills como manual de operação
Em breve
Equipando um harness para uma tarefa real
Em breve
Módulo 4 · Context Engineering
Montando o contexto ativo
Em breve
Buscando informação na fonte da verdade
Em breve
RAG, embeddings e busca semântica
Em breve
Memória e consolidação
Em breve
Gerenciando degradação, riscos e continuidade
Em breve
Workshop prático: engenharia de contexto para um harness
Em breve
Módulo 5 · Segurança, permissões e limites de execução
O harness como fronteira de segurança
Em breve
Permissões, credenciais e limites de execução
Em breve
Workshop prático: blindando o harness antes de dar autonomia
Em breve
Módulo 6 · Loop Engineering e orquestração de agentes
Projetando um loop de trabalho recorrente
Em breve
Orquestração de agentes e Graph Engineering
Em breve
Workshop prático: operando um harness em loop
Em breve
Módulo 7 · Observabilidade, evals, benchmarks e seleção de modelos
Observabilidade: inspecionando as execuções do harness
Em breve
Construindo evals para as tarefas do harness
Em breve
Seleção de modelos e otimização de custos
Em breve
Workshop prático: avaliando e melhorando um harness
Em breve
Módulo 8 · Construindo um harness para uma organização
Headless SaaS na prática
Em breve
Escolhendo o runtime e as interfaces
Em breve
Tour pela arquitetura: montando o harness completo
Em breve
Perguntas frequentes
Preciso ter feito Fundamentos da Engenharia de IA antes?
É recomendado, mas não obrigatório. Se você já é familiar com os conceitos de modelo, contexto, prompt, tool, MCP, skill e agente, pode começar por Harness Engineering. Se esses termos ainda parecem meio misturados, Fundamentos da Engenharia de IA tende a ser uma base melhor antes deste curso.
Este curso é para quem quer criar um agente do zero?
Sim, mas não apenas. O curso cobre a construção de um harness próprio, mas também ajuda a entender como adaptar infraestruturas existentes, usar SDKs e trabalhar em cima de ferramentas como OpenCode, Cursor, Claude Code ou Codex quando isso fizer mais sentido.
Vou precisar programar?
Familiaridade com programação é desejada, já que este é um curso prático. A ideia é entender a arquitetura, mas também implementar um harness, lidar com ferramentas, arquivos, comandos, permissões, memória e formas de verificação. Os exemplos serão principalmente em TypeScript e Python.
Qual é a diferença entre este curso e Programação Agêntica?
Programação Agêntica olha para o uso de agentes no trabalho de desenvolvimento: como escrever software com apoio de agentes, organizar specs, controlar qualidade e evitar vibe coding. Harness Engineering olha para a infraestrutura do próprio agente: como ele recebe contexto, chama ferramentas, acessa dados, mantém memória, executa tarefas e é verificado.